sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Igreja de Sta. Maria Madalena (Chaviães) fotografada em 1971


Igreja de Santa Maria Madalena (Chaviães - Melgaço) - Fachada principal (1971) 

A igreja paroquial de Chaviães (Melgaço) é uma das mais antigas do nosso concelho e temos registos da mesma desde a segunda metade do século XII, sendo o mais antigo datado de 1177. Na época, a igreja de Chaviães era dedicada a Santa Seguinha ou Santa Seculina. É um orago pouco comum nas igrejas medievais portuguesas, mas Pierre David encontrou-o noutras igrejas da diocese de Braga. Segundo o mesmo autor, refere-se à Santa Segolène de Albi, uma santa francesa do séc. VII. A escolha desta invocação em Chaviães talvez se relacione com o facto do Mosteiro de Fiães ter monges franceses, e ter várias propriedades e direitos em Chaviães.
Desde o século XV que esta igreja aparece dedicada a Santa Maria Madalena até aos nossos dias.

Em 1971, Alberto da Silva Bessa, que chefiava à época a Direção Geral dos Monumentos do Norte fotografou esta igreja de diferentes perspectivas e deixou-nos este belo conjunto de fotografias desta bonita igreja. Viaje no tempo!..

Igreja de Santa Maria Madalena (Chaviães - Melgaço) - Fachada principal (1971)

Igreja de Santa Maria Madalena (Chaviães - Melgaço)Fachada lateral direita e torre sineira (1971)

Igreja de Santa Maria Madalena (Chaviães - Melgaço) - Fachada principal: portal (1971)

Igreja de Santa Maria Madalena (Chaviães - Melgaço) - Fachada lateral esquerda (1971)

Igreja de Santa Maria Madalena (Chaviães - Melgaço) - Fachada lateral esquerda: corpo da capela-mor (1971)

Igreja de Santa Maria Madalena (Chaviães - Melgaço) - Fachada lateral direita: anexos (1971)

Igreja de Santa Maria Madalena (Chaviães - Melgaço) - Fachada lateral direita: escadas de acesso ao coro-alto e torre sineira (1971)

Igreja de Santa Maria Madalena (Chaviães - Melgaço) - Interior: retábulos colaterais e capela-mor (1971)

Igreja de Santa Maria Madalena (Chaviães - Melgaço) - Interior: arco triunfal da capela-mor (1971)

Foto de Alberto da Silva Bessa.

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